sábado, 1 de novembro de 2008

“Integrando, Participando e Interagindo: Utilizando Diferentes Mídias”


O texto da Jaqueline Corrêa Godinho Souza é muito interessante, na medida em que relata a vida real de uma instituição escolar no que concerne a integração e a capacitação para utilização das novas tecnologias, tanto dos professores quanto dos alunos com uma perspectiva pedagógica e inclusiva.

Não podemos negar que as tecnologias estão surgindo e sendo substituídas por mais avançadas muito rapidamente, neste contexto as crianças estão tendo um acesso muito rápido a todas, mesmo por que é o que compete a sua geração, sendo assim alguns professores devem atualizar a sua didática a sua metodologia, para aproveitar estes recursos de forma a atender os interesses imediatos do aluno sem comprometer a sua aprendizagem.

Para uma criança que já tem conhecimento de toda esta “parafernália” não é interessante manter o mesmo e retrogrado sistema de ensino tradicional, pois não atenderá as suas necessidades, suas demandas, para tanto os professores devem otimizar a sua prática estudando, se informando e aplicando os novos recursos em sala que é o local onde a criança passa 1/3 de sua vida.
Segue
abaixo o trecho do relato da autora que fala sobre isto:

A escola não pode ficar alheia a todo este processo tecnológico e continuar vendo

os alunos de hoje como os de ontem, lembrando que eles hoje têm acesso instantâneo a qualquer tipo de informação e que podem ficar desestimulados quando esse leque de possibilidades não é aproveitado pela escola. Isso, muitas vezes, pode gerar falta de interesse nas aulas e fomentar indisciplina e violência.”

Estamos numa era de constantes renovações, portanto devemos expandir os nossos conhecimentos com a mesma velocidade para não ficarmos ultrapassados e para não retardarmos o conhecimento do outro.

Priorizamos como objetivo geral promover a comunicação em suas diversas formas de expressão midiática, aproveitando toda e qualquer oportunidade para a valorização da construção do conhecimento através da produção, publicação e apreciação de trabalhos integrando conteúdos, turmas e turnos da Unidade Escolar”

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Fórum/ Congresso

Para mim Adna, as dificuldades com a leitura para o povo brasileiro é um reflexo do processo histórico, de colonização para ser mais precisa, que permanece enraizado mesmo após + de 500 anos e, não sairá, por mais que queiramos, facilmente deste contexto.

O que quero dizer é que a grande maioria das pessoas dificilmente tinham acesso às escolas, à bons livros, à uma educação de qualidade, como estamos acostumados a estudar, esta só era transmitida para a elite. Como podemos, hoje, querer exigir ou conceber a idéia de que as pessoas se interessem por leitura e por leitura rebuscada, sendo que ao longo de toda a nossa história o que vivenciamos e o que assistimos foi e é a decadência no setor educacional.

Eu acho que é meio improvável recuperar algo que tão pouco foi oferecido, pelo menos no que diz respeito às "camadas populares". Devemos, como o professor Jarbas mencionou criar comunidades de paixão pela leitura. Agora como fazer isto, se a didática e a metodologia dos professores não contribuem de forma significativa, na maioria das escolas públicas, permanece com um tradicionalismo quadrado? Uma intensificação no processo de capacitação destes professores deve ser feita, e deve-se repensar o caso, não nos remetermos a antigamente, já que como falei no início a educação era restringida. Agora que foi "ampliada para a massa" e perdeu o teor qualitativo", pode-se afirmar, certamente que a porcentagem que ainda se interessa pela leitura corresponde àquela mesma elite.

Para resolver essa e outras pendências educacionais e levar para a sala o entusiasmo para se fazer uma boa leitura devemos nos munir de ludicidade, construtivismo, inovação, perseverança e boa vontade, são as almas do negócio.

A propósito Guthemberg é o pai da imprensa, mas ainda não compreendi muito bem o emprego da galáxia e a correlação com as leituras mais cauais quando comparadas.
Bjxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx!!!!
Se quiserem entender melhor esta postagem basta que leiam o 2º texto da parte palestra!

Blogs na Educação: Blogando algumas possibilidades pedagógicas

O artigo: Blogs na Educação: Blogando algumas possibilidades pedagógicas foi escrito maravilhosamente bem, retratou exatamente o que costuma ocorrer nas escolas e me identifiquei muito.

Só aprendi, ou melhor só tive acesso ao blog neste ano, para ser mais específica neste semestre e isso só ocorreu, pois estou participando em uma disciplina que trata sobre o uso das tecnologias contemporâneas na a educação.

Nos relatos sobre a escola pesquisada pelo artigo, consegui perceber o quão despreparados estamos para lidar com todas estas possibilidades que o blog nos proporciona. Na maioria das vezes, como o próprio texto coloca, estamos reproduzindo a mesma educação tradicional só que em ambiente diferente.

Poucos são os professores que problematizam o uso desta ferramenta. Estamos levando adiante o mesmo estigma de educação já posto, infelizmente, e neste contexto o aluno permanece como depositário de saber e receptor passivo da aprendizagem.

Adorei as observações feitas sobre a utilização dos blogs, mais precisamente as possibilidades pedagógicas, em especial a abordagem sobre a diferenciação de blog como recurso e blog como estratégia, o que me recordou, ainda que remotamente, a diferenciação entre o software livre e o software proprietário. Este fragmento do artigo reflete o que já pensava sobre o assunto:


"Acredita-se que, ao considerar o blog como
ambiente virtual de aprendizagem, a aprendizagem
neste ambiente não pode ser passiva.
Os alunos
não devem ser apenas responsáveis pela sua conexão,
mas também devem
contribuir com o processo
de aprendizagem, pois aprender é um processo ativo,
do qual
tanto professor quanto aluno devem participar. "


Posta esta questão, devemos tratar, agora, da preparação dos professores para imergir nesta blogosfera. Sabemos que estes profissionais não recebem a devida formação continuada para atualizar a sua bagagem e enriquecer a sua práxis, além disso encontramos alguns que oferecem resistência ao aprendizado dos novos “recursos”, algumas vezes por falta de tempo como o texto menciona, outras por mero tradicionalismo e medo da saída da zona de conforto (medo do novo). Entretanto, o que se deve levar em consideração é o alvo principal do processo ensino-aprendizagem que é o aluno, serão eles os penalizados. Deve-se fazer, então, uma conscientização maciça da forma ideal de utilização dos blogs. O trecho a seguir me chamou muita atenção:



"Uma dificuldade observada foi a não participação das professoras
titulares durante as aulas realizadas no laboratório de informática.
Uma alternativa para superar este problema é promover a capacitação dos
professores para a utilização deste ambiente e documentar um projeto que
fundamente o trabalho pedagógico, que venha a ser desenvolvido na escola,
com apoio das Ntics."


"Assim sendo, cabe ao professor apropriar-se das nova tecnologias de informação e comunicação (NTics) refletindo sobre suas

possibilidades, propondo atividades e estratégias diferenciadas

ao utilizar os blogs."


A partir de agora, com todos estes esclarecimentos, darei mais importância, mais significado ao meu blog e ao dos meus amigos. A minha professora já pratica estrategicamente o uso do blog, mas confesso que sou um pouco relapsa. A profª Maria Helena Bonilla, merece meus parabéns assim como todos aqueles que utilizando seus conhecimentos desejam fazer uma transformação educacional, “conectando com eficácia e responsabilidade os seus aprendizes”.

Adorei!!!!!!!!!!!!!
Professora parecia ser a senhora falando naquele texto, o congresso tá bombando, muita coisa boa, as vezes um pouco cansativa, mas boas!!!!!!!!!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Resposta ao fórum do congresso texto 2

Adna minha querida adorei a observação. As pessoas, nós, temos mania de dizer que o povo não lêem livros que a leitura está morrendo como a pesquisa mostra no texto do profº Jarbas, mas na realidade o que acontece é definir o que compreende essa leitura a qual estamos matando?!

Como você colocou, a internet é um meio excelente de leitura e não deve ser menosprezada quando comparada a um livro erudito os quais liam os monges, mesmo por que, ela consegue abarcar tudo o que se imagina: textos eruditos, textos ilários, textos que ah! eu prefiro não comentar, enfim.

Como diz Paulo Freire a leitura da escrita é precedida da leitura do mundo, não se resume a mera união das letras, a uma mera compreensão técnica.
Deve-se esclarecer, antes de qualquer comentário, outro, se existe ou se se quer colocar um padrão de leitura, para daí medirmos o grau de interesse das pessoas.
O que deve acontecer é estipular que leitura deve ser considerada como ideal, uma vez que uma simples imagem pode ser lida e esta pode transmitir muito mais informações, e ricas, do que um apanhado de textos.

Confesso que não entendi muito bem o texto como queria, na realidade eu não consegui fazer uma correlação sobre os temas abordados, que me parecia, a princípio distantes.

O fato é que não devemos e nem podemos desconsiderar o fato de que os vídeos games embora nem sempre divertido, constitu-se como um ambiente virtual, que muitas vezes fazem alusão a realidade, em que se encontra ação, imagens, movimentos, cores, coisa que um livro de Machado de Assis, a exemplo não traz, visto que tem um teor, pelo menos nos que li, tenso, pesado, exaustivo para uma leitura e nem sempre dá vasão para uma colocação do leitor.

Na realidade a maioria dos livros fazem isso, trazem as coisas prontas. Fica evidente que uma comunidade de paixão se torna muito mais agradável, é mais colaborativa, interativa.
Mas, falando-se em capacitação dos professores, eu acredito que ainda não podemos falar de uma maciça formação continuada para que estes profissionais sibam lidar, saibam fazer bom uso das "ferramentas" sem correr o risco de "convertê-las em mais uma TV".

Alguns professores oferecem resistência no emprego de novas tecnologias, outros às utilizam como se fosse o conteúdo da aula tornam-se substituidoras do professor, mas deve-se trabalhar em cima disto e mostrar as várias possibilidades, até mesmo para que oprofessor consiga despertar no aluno o interesse eo entusiasmo pela leitura, forçça-la pura e simplesmente, certamente, não resultará em nada.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

REFLEXÃO SOBRE O 2º MÓDULO


O 2º MÓDULO QUE DISPÕE SOBRE O TEMA INCLUSÃO DIGITAL E SOFTWARE LIVRE TEVE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA NÃO SÓ PARA MIM, MAS ACREDITO QUE PARA TODOS OS ALUNOS INGRESSOS NA DISCIPLINA EDC 287, ISTO POR QUE, NOS FEZ PERCEBER O QUÃO IGNORANTES SOMOS SOBRE TAIS ASSUNTOS.

Desta forma os textos, vídeos, enfim todos os materiais diponíveis no ambiente só nos estimularam a procurar entender este universo. È fato que após estas aulas as nossas idéias equivocadas sobre inclusão digital se esvaíram quase que totalmente. A distinção sobre esta duas expressões foi o que me chamou mais atenção, visto que no momento em que eu me achava incluída, após estas leituras, me reconheci como uma "analfabeta digital" quase que completa.

A inclusão digital vai para muito além dos horizontes que achava já fazer parte, quero dizer, acreditava que bastava que tivesse um computador em casa e ...pluft... estou incluída, mas não é bem assim. È necessário, para se considerar um incluído digital, saber, ter o domínio da maquinaria (computador, rede, tv), é necessário selecionar conteúdos ricos em informação e que contribuam para a nossa formação, também, como pessoa!
O software livre não se resume apenas a um sistema operacional e nem a um mero navegador que permite abrir várias abas em uma só tela. Ele é uma busca pela socialização do conhecimento, é um objetivo de igualdade, de universalização de acesso consciente à rede, de sensibilização quanto aos menos favorecidos aos excluídos, é uma declaração de contrariedade a qualquer tipo de monopólio e restrição da navegação á internet, enfim é uma causa e muito justa, pela qual temos que nos mobilizar. Sinceramente queria ter tempo para me dedicar.

Para não ficar apenas no meu discurso, que talvez não seja tão rico, segue abaixo uma conceituação encontrada na Wikipédia:

Inclusão Digital ou infoinclusão é a democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação. Inclusão digital é também simplificar a sua rotina diária, maximizar o tempo e as suas potencialidades. Um incluído digitalmente não é aquele que apenas utiliza essa nova linguagem, que é o mundo digital, para trocar e-mails. Mas aquele que usufrui desse suporte para melhorar as suas condições de vida.

Espero que tenham gostado, se encontrarem algo incorreto por favor corrija-me bjx!

OFICINA: INTERNET!!!


O twiki é um ambiente de desenvolvimento de conteúdo colaborativo na web, um Wiki, uma ferramenta que permite manter páginas na internet usando apenas o navegador. O TWiki é uma ferramenta madura e bastante extensível. Este pequeno conceito é só para nos situarmos sobre a oficina que aconteceu na nossa aula anterior, que por sinal foi muito boa. Acontribuição para a criação de uma página coletiva é ótima, pois percebemos o quanto a participação do outro é importante para o nosso crescimento.

A oficina a respeito da criação da página colaborativa me deixou muito feliz, pois eu me sentir capaz, mesmo que num estágio inicial, espero progredir, acredito que todos vcs, bjxxxxxx!!!

INKSCAPE



A oficina de INKSCAPE foi excelente, apesar de não saber manusear bem a ferramenta, eu adorei a inovação deste recurso de imagem se comparado ao paint da microsoft. Os meus desenhos, infelizmente, não são dignos de nenhum elogio ou premiação artística, mas o fato é que eu me esforcei. Mas foi "mara..." com um pouco mais de treino eu serei em breve uma profissional em animação rsrsrsrsrsrs!!!!!!!!!!!!! Brincadeira. Esta imagem ao lado é uma mostragem do uso do inkscape e uma alusão ao uso, ainda insistente do sistema operacional windows. Legal né!!! Para ser mais precisa:
Inkscape é um software livre para editoração eletrônica de imagens e documentos vetoriais, com base numa versão mais avançada do antigo sodipodi no qual teve origem. Trata-se assim de um fork considerado de sucesso.

O endereço onde esta imagem foi encontrada abriga informações muito interessantes sobre o software livre, traz ainda orientações sobre inclusão digital, artigos, várias imagens.

Jogue também Mancala!